Marketing de Guerrilha para Death-Proof
Para lançar o DVD do filme “Death Proof” de Quentin Tarantino em Amsterdã, a agência newmessage elaborou uma nova forma de divulgar o filme, colocando em frente às salas de cinema e teatros um falso-braço humano segurando uma cópia do DVD.
2 comentários »QUANTO MAIS INTELIGENTE O HOMEM É…
Jogo criado para o GreenPeace.
“Quanto mais inteligente o homem é mais burro ele consegue ser.”

Essa é para quem gosta de beber com qualidade!!!
Depois de algum tempo sem atuar com cervejarias, a Case Marketing é convidada para um novo desafio: executar o lançamento da Conti Bier, a cerveja da poderosa CONTINI, que possui hoje uma das mais modernas fábricas da América Latina.
Já conhecida por sua linha de produtos como: Contini Bianco, Contini rose, Contini Rosso, Vat 45 e Jurubeba Dunorte.
A CONTINI aposta na Case marketing para o lançamento de seu novo produto, devido todo expertise adquirido no desenvolvimento de campanhas de sucesso, depositando nas mãos de Alexandre Costa, diretor de operações e sócio da Case, a conquista de uma fatia deste mercado disputadíssimo de “cervejeiros”
.
“Nosso planejamento é simples, mas bem estratégico. A marca é nova, não tem rejeição, e como a guerra é bastante acirrada, teremos o maior cuidado e carinho com todo o material produzido. Buscaremos uma equipe nível “A” para trabalhar este produto e entraremos com nossos guerrilheiros bem treinados e motivados para a ação.”
A Case Marketing já montou toda sua estratégia de guerrilha para este lançamento e aguarda a visita da diretoria da CONTINI em seu “QG” para a aprovação das ações.
Aguardem a movimentação de nossa equipe pelas ruas da cidade… Enquanto isso, passe em uma loja Carrefour e compre umas latinhas da Conti Bier com nossas degustadoras… “Perceba que vc pode estar redondamente enganado com a qualidade da cerveja que bebe hoje !!!”
2 comentários »Prazer, eu sou o Cliente.
“Eu odeio clientes. Se pudesse, mataria todos. Odeio quando eles metem o dedo na minha direção de arte. Eu fico puto quando cortam o texto do meu dupla. Fico mais revoltado ainda quando mandam o “layout” como eles querem por fax. Porra! Eu gasto toda minha grana em Archives. Estudo a fundo o advertainement, product placement, compro anuários do clube de criação, DVDs de Cannes entre outras fontes de referência que todo publicitário adora babar. Tudo pra um cara desses vir dizer que minha arte está reprovada? Há! Reprovado está a sobrinha dele que eu tive que escalar no casting. Enfim, odeio clientes. Eu sou Criativo. O nome já diz, cacete. Sou bacana. Antenado. Saco de tudo. Eu tenho visão de raios-X no produto. Eu sinto o produto, tenho feeling. Sei tudo o que há por trás da cor e das fontes daquela embalagem. Consigo ouvir o produto falando comigo, putz… E ainda vem um cara desses, que não entende nada do negócio dele, e me diz como fazer meu trabalho?”.
Você deve ter um amigo assim, não? Então é importante que ele reflita sobre outros ângulos dessa questão. Afinal, seu amigo que odeia clientes merece que você transmita essa crítica a ele. Vamos raciocinar sobre o tema “cliente” por um instante:
Se o cliente saca tanto assim, porque ele precisa de agência?
Diga ao seu amigo que, provavelmente, ele não precisou até aqui, mas continua querendo crescer.
Se quer tudo do jeito dele, porque ele não monta uma house ou vai a um bureau de serviços? Se seu amigo não mudar de comportamento, certamente ele o fará. Como ele consegue ganhar dinheiro sendo um “péssimo” cliente? Ele não ouve ninguém.
Acredite, ele deve ganhar bem mais que o seu amigo justamente porque entende muito do mercado dele.
Ele não sabe o que quer e quer dizer ao seu amigo como fazer o trabalho? Ele pode não saber dizer o que quer mas, com certeza, sabe o que não quer pra a empresa dele. Lembre-se: A empresa é dele.
Como ele ainda não foi engolido pela concorrência? A comunicação dele é muito tosca.
Alguns diferencias, que seu amigo tinha obrigação de conhecer e não conhece, devem existir.
É bem possível que esse seu amigo não esteja enxergando algumas dessas questões do alto do seu pedestal de criativo. Uma dica pra ele: Conheça seu cliente, seus produtos e necessidades. Saiba que nem sempre ele terá o perfil criativo que você gostaria. Mesmo porque se você conseguir aprovar uma campanha muito criativa que não funcione, será a última vez que fará isso para ele. Não desperdice o seu tempo. Ouça o homem. Não é só o cliente que precisa se educar para propaganda. Nós precisamos nos educar para o negócio de quem vende porcas, parafusos, chapas de alumínio entre outros produtos pouco inspiradores, caso contrário quem não tem idéia do que está fazendo somos nós, criativos.
fonte.: “ccrj”
Sem comentários »COMO DEFINIR MERCHANDISING ?
Levando-se em conta que Merchandising é a operação de planejamento necessária para se pôr no mercado o produto certo, no lugar certo, em quantidades e preços certos, creio ter tido há algum tempo atrás, uma aula (e que aula!) sobre merchandising.
Eu ainda morava em São Paulo e já estava de malas prontas para voltar ao Rio, quando um amigo me convidou para ir ao aniversário de uma colega sua. Era em um bar de música ao vivo e fica perto da Av. Paulista chamado ” Os Piratas do Tietê” na Alameda Tietê. Foi lá que pude conhecer o melhor planejamento de merchandising que já vi. Tinha nome.Chamava-se Aline.
Quando vi Aline pela primeira vez, percebi do que o merchandising é capaz. Aline estava no lugar certo, na pista de dança de uma bar bem frequentado, principalmente pelo público que ela queria atingir (eu pelo menos, estava lá). Dançava em um lugar da pista não muito cheio porém privilegiado pelo fluxo de pessoas que se dirigiam aos banheiros. As luzes do local lhe davam um destaque todo especial, diferenciando-a ainda mais da concorrência. como se não bastasse, fazia de sua dança a comunicação perfeita com seu target.
O item embalagem era um caso a parte. Aline vestia uma mini saia bege da cor de sua pele, que era mais clara, exatamente da cor de sua calcinha, que consegui ver nas quarenta e três vezes em que meu maço de cigarros caiu no chão. Usava uma blusa preta que informava sua procedência, ” Galera de Santos Dumont - MG, Uai!!”. A embalagem não aumentava nem o tamanho, nem o peso de Aline(o que pela natureza do produto, é uma característica muito importante) e juntas Aline e embalagem, eram de fácil manuseio, armazenamento e transporte. Apesar de não ser totalmente transparente, a embalagem permitia uma noção real da qualidade do produto, além do que, era fácil de abrir e poderia ser reutilizada após o uso. A pele lisa e com pouca maquiagem indicava uma fabricação recente, não mais que 20 anos, já a data de validade era absolutamente desnecessária, levando-se em conta a boa aparência e a comprovação, no local, de que ainda estava em plena condição de uso. No colar de ouro grudado à sua pele com a ajuda de seu suor, eu lia seu nome; e nos seus lindos olhos, com a ajuda de cinco doses de whisky, eu lia o meu.
Depois de todo este impacto, decidi que era hora de tomar uma atitude. Aline tinha feito tudo certo. Estava próxima do consumidor, tinha despertado a atenção, despertado interesse, despertado desejo e estava acabando de provocar uma ação. Foi quando me dirigi ao encontro de Aline para me apresentar e fazer alguma pergunta inteligente tipo ” te conheço de algum lugar ?” ou ” Onde fica o banheiro dos homens?” que alguém chegou na minha frente. Um cara chegou, falou meia dúzia de palavras, pegou Aline, colocou no carrinho e foi embora. Eu bem que procurei as outras cinco Alines que as doses de Whisky me permitiam ver, mas não teve jeito, já tinham levado todas e não tinha nenhum promotor de merchandising no local para repor, então fui reclamar com o gerente e fui embora…
isso para mim é merchandising!!!
André Luiz F. Duarte
Sem comentários »Mude já ! Uma ação de marketing superagressivo
Esta foi a definição que a jornalista Luciana Calaza deu para nossa ação de guerrilha para a campanha Mude Já da Gafisa. Em uma matéria na primeira página do caderno Morar Bem do Jornal O Globo, Luciana fala do esquete dos noivos como uma ação de marketing superagressivo:
Num fim de tarde de sábado, clientes de um movimentado bar da Zona Sul do Rio são surpreendidos pela entrada de um casal de noivos — vestido para o casamento — que discute sem parar. Ela não quer mais casar porque não quer morar com a sogra. Ele insiste. Ela resiste. Todos, em volta, estão estupefatos. Então, o noivo resolver o problema: vai comprar um apartamento da Gafisa que ofereçe mil e uma facilidades. É ai que os clientes do bar entendem que estão diante de um casal de atores, apresentando um esquete promocional.
Esta esquete foi parte de um conjunto de ações de guerrilha que a Case desenvolveu em resposta ao briefing Mude Já da Gafisa, que tratava das unidades remanescentes.
Segundo Alexandre Costa, Diretor de Operações da Case marketing de guerrilha, o conceito das ações estava focado nas principais motivações, que fazem com que a disponibilidade um imovel pronto para mudar, seja o fator determinante para a compra. Alexandre cita que alem da esquete dos noivos, houveram ainda outras duas esquetes: a do casal apaixonado e a dos amigos, ambas com o mesmo propósito de representar situações reais dentro do conceito da campanha. Além das esquetes, a ação contou com uma série de apresentações de Le Parkour pela cidade como forma de chamar atenção para a campanha Mude Já da Gafisa e trabalhar o institucional, rejuvenescendo a marca, focando bem no target, formado por jovens casais e pessoas que procuram o seu primeiro imóvel. Alexandre diz ainda que existem novos projetos em andamento e que contará com ações de guerrilhas surpreendentes integradas com ações de buzz marketing desenvolvidas pela Buzz Makers, o novo braço digital da Case.
Sem comentários »Ação “MUDE JÁ” agita o mercado imobiliário
A equipe da Case&Marketing desenvolve uma ação para a campanha “Mude já” da Gafisa, seu mais novo cliente, inovando o mercado imobiliário com suas irreverentes ações de guerrilha.
As ações tiveram início no mês de julho e são realizadas aos finais de semana, promovendo a campanha de forma bastante divertida e irreverente. Para isso, desenvolvemos esquetes teatrais, onde atores invadem bares e restaurantes (vídeo) e divulgam de forma estratégica os empreendimentos da campanha. Além disso, durante o dia agitamos a cidade com o Jeep-Unimog, que traz a bordo um DJ e a equipe Tobu Le-Parkour saltando árvores, muros e utilizando o próprio Jeep como obstáculo.
Com todo nosso empenho, estamos garantindo a divulgação da campanha, aumentando significativamente as visitações aos stands Gafisa e conquistando nosso espaço junto Departamento de Marketing da empresa, que encontrou em nossa jovem e criativa equipe uma forma de sair do tradicional trabalho desenvolvido neste segmento.
“Estamos muito felizes e honrados pelo resultado da ação e pela conquista da conta Gafisa”.
A ação esta sendo um grande sucesso, no mês de agosto obtivemos os seguintes dados:
Area de atuação:
- Barra da Tijuca
- Recreio dos Bandeirantes
- Ipanema
- Leblon
- Botafogo
- Centro da cidade
- Tijuca
Somente nos bares e restaurantes:
- 7000 pessoas impactadas
Nas Orlas, sinais e shoppings:
- 8000 pessoas impactadas
Somente nas cancelas do Rio Design Barra:
- Aproximadamente 25000 pessoas impactadas
Assista aos videos detalhados:
Semana 01
Semana 02
Semana 03
Case conquista conta da Faber-Castell
Após uma grande seleção de agências, a Case Marketing foi contratada pela Faber-Castell à coordenar sua equipe de merchandising nas praças : RJ,MINAS, ESPÍRITO SANTO E REGIÕES NORTE E NORDESTE DO PAÍS. Através de sua experiência, rapidez nas informações, comprometimento e dinamismo de sua equipe, a Case conquista um grande marca para seu portfólio.
16 comentários »
Sexta nas nuvens, um projeto de sucesso com a VARIG
Sem comentários »Com grande criatividade, a Case apresentou o projeto “Sexta nas nuvens” à agência NBS, responsável pela conta da Varig. Após uma concorrência, a Case Marketing foi considerada a mais criativa e com expertise suficiente para “tocar” o projeto e assim, fomos contratados para produzir e coordenar a ação, que já no seu primeiro momento gerou uma satisfação total do cliente e todos os envolvidos.







